Comparado ao mesmo período de 2018, o crescimento foi de 10%
Idosos e o aumento da inadimplência
A inadimplência entre idosos de 65 a 84 anos cresceu 10% em setembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e SPC Brasil. Essa realidade demonstra a crescente dificuldade que muitos idosos enfrentam para fechar o mês no azul e manter suas finanças em dia.
O 13º salário como oportunidade de renegociação
Com a chegada do 13º salário, muitos idosos veem a oportunidade de quitar dívidas. O economista Luiz Fernando Paulino recomenda analisar as contas com maiores taxas de juros e multas, priorizando o pagamento destas. A negociação com credores para pagamento à vista pode ser vantajosa, permitindo o encerramento do ano sem o peso de dívidas pendentes. A recomendação é sempre buscar reduzir o valor da dívida através da negociação.
Prevenção ao endividamento
Apesar da tentação de usar o 13º salário em compras de fim de ano e presentes, a cautela é fundamental. Diante do cenário de dívidas, priorizar o pagamento de débitos com juros altos é crucial para evitar o efeito bola de neve do endividamento. Organizar as finanças, colocando tudo na ponta do lápis, e buscar renegociações são passos importantes para manter o controle das contas e evitar novos problemas financeiros. A taxa Selic em 6,5% permite renegociações com taxas de juros mais baixas.
Para finalizar, é importante ressaltar a necessidade de planejamento financeiro e negociação para que os idosos consigam gerir suas finanças de forma eficiente e evitar o acúmulo de dívidas. Priorizar o pagamento das dívidas com juros mais altos e buscar renegociações são estratégias essenciais para manter o controle financeiro e garantir tranquilidade.



