Crescimento nos casos, de acordo com Secretaria de Administração Penitenciária, está relacionado ao uso dos scanners corporais
Aumento de apreensões de drogas em presídios paulistas preocupa autoridades. O uso de scanners corporais tem sido fundamental na detecção de ilícitos.
Mulheres como principais envolvidas
Em Ribeirão Preto e região, o número de mulheres flagradas tentando entrar com drogas em presídios aumentou significativamente. A Penitenciária de Ribeirão Preto registrou 33 apreensões em 2018 e 18 apenas no primeiro semestre de 2019. Em muitos casos, as drogas são encontradas escondidas em partes íntimas.
Tecnologia no combate ao tráfico
A Secretaria de Administração Penitenciária afirma que a situação piorou desde 2018, mas que a tecnologia tem sido crucial no combate ao tráfico. Scanners corporais, instalados em diversas unidades, permitem a detecção imediata de objetos ilícitos, tanto internos quanto externos à vestimenta. Além dos scanners, as unidades prisionais também utilizam aparelhos de raio-x e detectores de metais.
Leia também
Consequências para visitantes e presos
Além da apreensão das drogas, as visitantes flagradas são impedidas de realizar a visita e respondem a procedimentos administrativos e judiciais. O preso que receberia a visita também sofre punições disciplinares. Os motivos alegados pelas visitantes variam, desde dificuldades financeiras até coerção por terceiros. A idade avançada de algumas visitantes chama a atenção das autoridades.
Dados de outras unidades prisionais, como Serra Azul e Franca, também demonstram um aumento nas apreensões de drogas e outros ilícitos. A Secretaria de Administração Penitenciária reforça a sua postura de combate à entrada de objetos ilícitos em todas as unidades do Estado.



