Em 2017 foram registradas 251 queixas contra 434 em 2018, alta de 73%
Casos de agressão a professores na rede estadual de ensino têm apresentado um aumento significativo nos últimos anos. Dados da Secretaria Estadual da Educação revelam um crescimento alarmante: 251 casos registrados em 2017 saltaram para 434 em 2018, representando um aumento de 73%.
Números alarmantes e a necessidade de ações efetivas
O aumento expressivo no número de agressões contra professores exige uma resposta contundente por parte das autoridades e da sociedade como um todo. A violência contra educadores não apenas afeta a segurança e o bem-estar dos profissionais, mas também compromete a qualidade do ensino e o ambiente escolar como um todo. É fundamental que sejam implementadas medidas eficazes para prevenir e combater esse tipo de violência.
Prevenção e proteção: o papel da Secretaria da Educação
Embora a Secretaria Estadual da Educação ressalte a existência do Sistema de Proteção Escolar, criado em 2009, com manuais de apoio e orientações para gestores, a eficácia dessas medidas parece questionável diante do aumento significativo dos casos de agressão. A pasta afirma que os registros de ocorrências escolares são reunidos, mas sem valor estatístico, apenas para estimular ações de prevenção. A necessidade de dados estatísticos confiáveis e transparentes é crucial para o planejamento e a implementação de políticas públicas mais eficazes.
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A busca por um ambiente escolar seguro
A segurança dos professores e de todos os envolvidos no processo educacional é imprescindível para a construção de um ambiente de aprendizagem saudável e produtivo. A sociedade, como um todo, deve se engajar na luta contra a violência nas escolas, buscando soluções conjuntas e efetivas para garantir que professores possam exercer sua profissão com dignidade e segurança, sem o medo constante de agressões.



