Estelionatários têm se adaptado à tecnologia para conseguirem vantagens indevidas; economista Luciano Nakabashi fala do tema
O Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Brasil, registrou crescimento acima de 50% nas movimentações financeiras entre 2022 e 2023, segundo dados do Banco Central. Apesar da praticidade e popularização do Pix, o aumento expressivo também acendeu um alerta para os riscos de fraudes.
O Pix e seus riscos: um avanço tecnológico com desafios
A facilidade do Pix democratizou o acesso a serviços financeiros, especialmente para aqueles com menor familiaridade com a tecnologia. No entanto, essa mesma facilidade abriu brechas para golpes sofisticados, que exigem atenção e cuidado por parte dos usuários. Em 2023, foram registrados 2,5 milhões de golpes via Pix no Brasil, demonstrando a necessidade de conscientização e segurança.
Como se proteger de golpes via Pix
A principal recomendação é a verificação constante das informações. Antes de efetuar qualquer pagamento, confirme a identidade do destinatário por meio de ligação telefônica, evitando a comunicação apenas por mensagens. Desconfie de solicitações urgentes ou de pagamentos para pessoas desconhecidas. Ao identificar um golpe, entre imediatamente em contato com o seu banco para tentar estornar o valor.
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Dicas para transações seguras
A prevenção é fundamental. Verifique sempre o nome da empresa e o CNPJ em boletos, evite clicar em links suspeitos e esteja atento a mensagens de texto e aplicativos de mensagens com propostas irresistíveis. A combinação de tecnologia avançada com a conscientização do usuário é crucial para garantir a segurança nas transações financeiras via Pix. A utilização de métodos de autenticação adicionais, como senhas e confirmações em dois fatores, também reforça a segurança.



