Busca pelo produto teve um crescimento médio de 30% nas últimas semanas e lojas estão tendo falta de produtos devido a demanda
Com o aumento significativo dos casos de dengue em São Paulo, a procura por repelentes disparou, registrando um crescimento médio de 30%. A alta demanda tem deixado as prateleiras de farmácias desabastecidas de alguns produtos, principalmente os infantis.
Falta de repelentes nas farmácias
Segundo Sabrina Gonçalves Leite, farmacêutica, a escassez atinge diferentes formatos de repelentes, como sprays, loções e aerossóis. A profissional alerta para a importância de seguir as recomendações de uso presentes nas embalagens, verificando a idade apropriada e as áreas de aplicação, evitando o contato com rosto e mãos para prevenir intoxicação.
Recomendações de uso e tipos de repelentes
Além dos repelentes tradicionais, os elétricos também são uma opção eficaz para combater o mosquito Aedes aegypti dentro de casa. A vantagem destes é a ausência de cheiro e o baixo risco de intoxicação. Lucelia Coldo, farmacêutica, destaca a necessidade de observar o tempo de proteção oferecido por cada produto, variando de 4 a 10 horas dependendo da composição (como os repelentes à base de icaridina).
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Prevenção e cuidados adicionais
Para uma proteção completa, é fundamental estar atento à faixa etária recomendada para cada repelente, especialmente para bebês e crianças. Além do uso de repelentes, a limpeza de quintais e a eliminação de água parada em vasos e outros recipientes são medidas cruciais para prevenir a proliferação do mosquito da dengue. A combinação de repelentes e cuidados com a higiene ambiental contribui significativamente para a proteção individual e coletiva.



