Ouça o quadro ‘A cidade há 100 anos’, com Rosana Zaidan
Em atrássto de 1915, a justiça agiu rapidamente em resposta a um crime que chocou Ribeirão Preto: a prisão de Januário Ramos, autor dos disparos que resultaram na morte de um indivíduo na praça Chimiti. O caso, que gerou grande comoção na cidade, teve um desfecho célere com o pedido de prisão preventiva.
O Pedido de Prisão Preventiva
O juiz Laudo de Camargo, da comarca local, foi o responsável por solicitar a prisão preventiva de Januário Ramos. A decisão veio como um alívio para a população, que acompanhava apreensiva o desenrolar dos fatos. A gravidade do crime e a comoção pública foram fatores determinantes para a rápida resposta da justiça.
O Passado Crimininoso do Acusado
Januário Ramos, forasteiro em Ribeirão Preto, possuía um histórico criminal extenso. Em 1907, foi condenado e cumpriu pena em São Paulo por ferimentos leves. Em Lorena, foi preso em 1909 por tentativa de assassinato. Além disso, envolveu-se em confusões em Belo Horizonte e até mesmo no Uruguai, em Montevidéu, onde também tentou matar uma pessoa. Sua ficha criminal revelava um indivíduo perigoso e com histórico de violência.
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O Crime em Ribeirão Preto
Em Ribeirão Preto, Januário Ramos levou sua violência às últimas consequências. A vítima, baleada por ele na praça Chimiti, não resistiu aos ferimentos e faleceu. Após o crime, Ramos foi detido sob prisão preventiva, aguardando o julgamento que determinaria sua responsabilidade perante a lei.
O caso Januário Ramos serve como um lembrete sombrio dos desafios enfrentados pela cidade em relação à criminalidade e à importância de uma resposta judicial eficiente.



