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Autoridades participam da inauguração da estação de tratamento de esgoto de Pitangueiras

Cidade atrásra trata 100% da água e vai ajudar a recuperar o rio Pitangueiras; investimento é de R$ 17,6 milhões
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Cidade atrásra trata 100% da água e vai ajudar a recuperar o rio Pitangueiras; investimento é de R$ 17,6 milhões

Cidade atrásra trata 100% da água e vai ajudar a recuperar o rio Pitangueiras; investimento é de R$ 17,6 milhões

Pitangueiras inaugura estação de tratamento de esgoto com a presença de autoridades

Obra histórica para a cidade

A cidade de Pitangueiras, interior de São Paulo, celebrou a inauguração de sua primeira estação de tratamento de esgoto (ETE). A solenidade contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alquimim e a expectativa pela participação do governador Tarcísio de Freitas, embora não confirmada até o momento da cerimônia. A obra, considerada a maior de Pitangueiras, representa um marco histórico para a cidade de 165 anos, que até o fim de 2022 despejava esgoto sem tratamento no Rio Mujico-Açú.

Detalhes da ETE e investimento

A ETE, localizada no km 362 da Rodovia Armando Sales de Oliveira, possui capacidade para tratar 130,42 litros de esgoto por segundo. O investimento total foi de R$ 17,6 milhões, com R$ 10,5 milhões (60%) provenientes de empréstimos do Desenvolve SP. A agência estadual explicou que o financiamento foi liberado em etapas, de acordo com o andamento da obra, e segue critérios de responsabilidade fiscal da Secretaria do Tesouro Nacional. O Desenvolve SP oferece linhas de financiamento para diversas obras públicas municipais, como pavimentação, agroindústria e projetos sustentáveis.

Impacto ambiental e futuro

A estação de tratamento, construída em uma área de 73 mil metros quadrados, é estratégica para a preservação da água e a recuperação do rio Mujico-Açú. A inauguração marca um avanço significativo para a cidade, resolvendo uma pendência histórica e melhorando a qualidade de vida da população. Embora a obra seja celebrada, a demora na sua execução também foi destacada, levantando questionamentos sobre a priorização de investimentos em obras públicas essenciais para a saúde pública.

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