Problema gerado pelo furto de fios ainda não foi solucionado; passarela do Trevão também está sem iluminação
Uma importante via de acesso a Ribeirão Preto, a Avenida Castelo Branco, enfrenta problemas de iluminação há quase dois meses. A falta de luz representa um risco para pedestres e motoristas, principalmente à noite.
Furtos de Fiação e a Falta de Iluminação
Desde abril, a CBN tem noticiado a situação crítica na entrada da cidade, que liga o Trevão à Avenida Castelo Branco. A fiação dos postes foi furtada, deixando a região na escuridão. Apesar de a CPFL, concessionária responsável, afirmar ter restabelecido a iluminação em quase toda a avenida, a reportagem constatou 19 postes desligados, incluindo na passarela de acesso ao Shopping Juliano Silva.
Insegurança e Impacto nos Comerciantes
A falta de iluminação gera insegurança para quem trabalha e transita pelo local. Juliano Silva, funcionário do shopping, e Maria dos Santos, que trabalha em um hotel na marginal, relatam a dificuldade e o medo de andar sozinhos na região à noite. A escuridão aumenta o risco de assaltos e acidentes.
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Soluções e Investigações
O vereador Elísio Rocha entrou em contato com a CPFL, que garantiu a recuperação total da iluminação até o final da semana seguinte à publicação da reportagem. A situação da passarela do Trevão, também sem iluminação devido a furtos, é mais complexa. A Autovias, responsável pela manutenção, informou que precisará reprojetar todo o sistema de iluminação, um processo que levará 60 dias. A Polícia Civil enfrenta dificuldades em atuar contra os receptadores do cobre furtado, pois o material é derretido, dificultando a comprovação da origem criminosa. A falta de uma lei federal específica para esse tipo de crime prejudica as investigações. Desde janeiro, foram furtados cerca de 4,5 quilômetros de fiação elétrica de semáforos na região.
A situação da Avenida Castelo Branco e da passarela do Trevão destaca a necessidade de soluções urgentes para combater os furtos de fiação e garantir a segurança dos cidadãos. As autoridades trabalham para resolver o problema, mas a recorrência dos furtos e a dificuldade de investigação exigem ações mais efetivas.



