Quem explica sobre essa concentração de poluentes na atmosfera é o pneumologista Júlio César Bruno
O índice de umidade do ar em Ribeirão Preto atingiu preocupantes 19%, muito abaixo dos 60% recomendados pela OMS para uma boa qualidade de vida. A baixa umidade, agravada por incêndios e poluição veicular, aumenta a concentração de poluentes na atmosfera, elevando o risco de problemas respiratórios e outros problemas de saúde.
Impactos na Saúde
A drástica queda na umidade do ar afeta o equilíbrio do organismo como um todo. Indivíduos com bronquite, sinusite e rinite sofrem mais intensamente, assim como aqueles com alergias respiratórias. A baixa umidade resseca as mucosas, comprometendo as defesas naturais do corpo e aumentando a suscetibilidade a infecções virais, como gripes e o coronavírus. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades são os grupos mais vulneráveis.
Cuidados e Prevenção
A desidratação é um risco significativo, especialmente para crianças e idosos, que podem não expressar sede adequadamente. Manter-se hidratado é crucial. Em relação ao ambiente doméstico, o uso de umidificadores pode ajudar, mas é importante encontrar um equilíbrio, pois o excesso de umidade também pode ser prejudicial, favorecendo a proliferação de ácaros e fungos.
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A baixa umidade do ar impacta negativamente a saúde, aumentando o risco de problemas respiratórios, cardíacos e outros. Hidratação adequada e atenção especial aos grupos de risco são medidas essenciais para minimizar os impactos dessa condição climática. Manter o ambiente com umidade equilibrada também contribui para a saúde respiratória.


