São mais de 40 dias sem registrar chuvas consideráveis para melhorar a qualidade do ar; índice tem ficado abaixo de 20%
Tempo seco e ar poluído comprometem a saúde
As condições climáticas atuais, marcadas por baixa umidade do ar, ausência de chuvas significativas e intensa fumaça de queimadas, têm comprometido severamente a qualidade do ar. Essa situação, que já perdura por mais de 40 dias, apresenta consequências negativas para a saúde da população.
Hidratação adequada é fundamental
A falta de chuva agrava a importância da hidratação. Muitas pessoas apenas se hidratam quando sentem sede, porém, segundo o fisiologista Cássio Mascarenhas, essa prática é inadequada. A recomendação é ingerir pelo menos dois litros de água diariamente, mas esse valor varia de acordo com o peso corporal. Indivíduos acima de 70 quilos podem necessitar de até três litros de água por dia. A sede, na verdade, é um sinal de que o corpo já está desidratado, atingindo o nível mínimo de líquidos. Portanto, a hidratação deve ser constante, evitando-se esperar pela sensação de sede.
Prevenção e cuidados
Com o ar seco e poluído, a hidratação torna-se ainda mais crucial para evitar problemas de saúde. É importante estar atento aos sintomas de desidratação e buscar manter-se hidratado ao longo do dia, independente da sensação de sede. A combinação de ar seco, poluição e desidratação pode levar a diversos problemas de saúde, reforçando a necessidade de cuidados preventivos.
Leia também
Manter-se hidratado e informado sobre as condições do tempo são medidas essenciais para proteger a saúde durante esse período de estiagem e baixa qualidade do ar. A prevenção é fundamental para garantir o bem-estar.



