Nesta segunda (7), o fogo se alastrou por uma área próximo ao parque Curupira, na Ribeiraria; umidade relativa do ar foi de 20%
A qualidade do ar em Ribeirão Preto e cidades da região preocupa. Nos últimos dias, o índice de qualidade do ar caiu de bom para moderado, aproximando-se de níveis críticos que decretariam estado de emergência.
Incêndio Agrava a Situação
Um incêndio em área de mata no bairro Ibéria agravou ainda mais a situação. O tenente Alexandre Gusson, do Corpo de Bombeiros, relatou que, apesar do combate ao fogo, uma grande área foi devastada. O incêndio gerou fumaça que afetou principalmente a zona sul da cidade, dificultando a respiração da população.
Causas e Impactos da Piora na Qualidade do Ar
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) aponta a falta de chuva há mais de 30 dias como principal fator para a piora da qualidade do ar. A baixa umidade, combinada com a emissão de poluentes veiculares e a fumaça do incêndio, contribui para a concentração de material particulado na atmosfera. O gerente da Cetesb em Ribeirão Preto, Otavio Ocano, relatou que a umidade relativa do ar chegou a 20% na tarde de ontem. Essa situação afeta principalmente pessoas com doenças respiratórias, com aumento de atendimentos em unidades de saúde.
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Recomendações e Previsões
Médicos recomendam hidratação, uso de soro fisiológico para umidificar as narinas e atenção redobrada para quem sofre com doenças respiratórias pré-existentes, como bronquite, asma, rinite e alergias. A Cetesb prevê a continuidade do tempo seco até setembro, mantendo o alerta para a qualidade do ar.
A situação exige atenção da população e medidas preventivas para minimizar os impactos da baixa qualidade do ar na saúde. A combinação de fatores como a falta de chuva prolongada, incêndios florestais e poluição veicular resulta em um cenário preocupante que requer monitoramento contínuo e ações para melhorar a qualidade do ar na região.



