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Baixa umidade e poucas chuvas registram aumento de 318% dos focos de incêndios

Segundo Cláudia Habib, promotora do Gaema, mesmo com o longo período de seca, principal causa das chamas é a ação humana
aumento de incêndios
Segundo Cláudia Habib, promotora do Gaema, mesmo com o longo período de seca, principal causa das chamas é a ação humana

Segundo Cláudia Habib, promotora do Gaema, mesmo com o longo período de seca, principal causa das chamas é a ação humana

Os incêndios florestais estão ocorrendo com frequência alarmante neste período do ano, causando grandes danos à saúde, fauna e flora. Apesar das ações de prevenção desempenhadas pelo Gaema, Defesas Civis, brigadas de incêndio e usinas, o número de casos supera os registros do ano passado.

Aumento significativo de incêndios

De acordo com a promotora do Gaema, Cláudia Habibi, houve um aumento de 318% nos focos de incêndio entre 1º de janeiro e 16 de maio. Esse crescimento não se deve apenas às condições climáticas (pouca chuva, altas temperaturas e baixa umidade), mas principalmente à ação humana. Embora os órgãos de defesa trabalhem para evitar que os focos se transformem em grandes incêndios, a situação é considerada crítica.

Responsabilização e prevenção

A promotora destaca a importância da responsabilização dos causadores dos incêndios. Casos como o de Sertãozinho, que devastou uma grande área verde, resultaram na abertura de procedimentos para identificar os responsáveis. Além da reparação dos danos ambientais, o foco está na prevenção, intensificando o monitoramento e a conscientização da população. Ações passadas demonstram os graves danos causados, incluindo perdas de vidas humanas e prejuízos à saúde pública, agricultura e patrimônio.

Ações futuras e conscientização

Apesar da previsão de chuvas a partir de 20 de junho, o período crítico de incêndios ainda se estende até outubro. Agosto, com seus ventos intensos, é especialmente preocupante. A conscientização da população é fundamental para evitar novos casos. Atitudes responsáveis, como o descarte correto de lixo e a poda adequada de vegetação, são essenciais para a prevenção. Denúncias podem ser feitas anonimamente pelos canais de comunicação disponíveis, contribuindo para a responsabilização dos infratores e a proteção do meio ambiente. A união de esforços entre sociedade, poder público e iniciativa privada é crucial para enfrentar essa crise.

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