Nicholas Bocchi fala sobre as primeiras impressões e como está a recepção do público e da crítica no ‘Good Game CBN’
Baldur’s Gate 3: Um RPG que Conquista a Crítica
Um Lançamento Triunfal
Lançado para PC em 3 de agosto, Baldur’s Gate 3 rapidamente se tornou um sucesso de crítica, figurando entre os fortes candidatos a Jogo do Ano de 2023. Sua sinopse, que envolve amizade, traição e a luta contra um parasita devorador de mentes, já desperta a curiosidade. O jogo utiliza o sistema de Dungeons & Dragons, famoso RPG de mesa, adicionando uma camada de familiaridade para muitos jogadores.
Um RPG de Mesa Digital
A popularidade de Dungeons & Dragons, impulsionada por séries como Stranger Things, contribui para o sucesso de Baldur’s Gate 3. O jogo permite a criação de personagens altamente personalizáveis, com 11 raças, 31 sub-raças, 12 classes e 46 subclasses, além de mais de 600 magias e ações. Não é necessário ter jogado os títulos anteriores da franquia para aproveitar a história e a jogabilidade.
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Fluidez e Imersividade
Um dos pontos altos do jogo é sua fluidez. A transição entre exploração e combate é suave, sem as telas de carregamento maçantes comuns em outros RPGs. As animações são rápidas e os diálogos, apesar de extensos, são envolventes graças à boa dublagem. O tempo de desenvolvimento, com acesso antecipado desde 2020, permitiu um polimento significativo, evitando problemas como os encontrados em lançamentos apressados, como Cyberpunk 2077. A recepção positiva no Metacritic, tanto da crítica especializada quanto do público, reforça a qualidade do jogo, colocando-o como forte concorrente a Zelda no prêmio de Jogo do Ano.
Baldur’s Gate 3 se destaca pela sua fidelidade ao sistema Dungeons & Dragons, pela imensa personalização de personagens e pela fluidez da jogabilidade. A recepção extremamente positiva indica um sucesso merecido, consolidando-o como um forte candidato ao título de Jogo do Ano.



