Movimento presencial caiu mas os pedidos de entregas cresceram; feirantes podem trabalhar conforme o decreto do Plano SP
A feira livre de Ribeirão Preto se adaptou à pandemia, com muitos consumidores optando por entregas em domicílio.
Feira movimentada e entregas em alta
Michelle Souza acompanhou a vacinação de profissionais da educação e visitou a feira na Mar. Conte Salgado. Apesar de permitida na fase vermelha do Plano São Paulo, a pandemia impactou a frequência na feira. Muitos consumidores passaram a pedir entregas em casa, aumentando a demanda pelos motoboys. Alex Roberto Lopes, um motoboy, relatou que a demanda dobrou em comparação ao ano passado, quase o tornando incapaz de atender a todos os pedidos. Ele descreve suas medidas de segurança contra a Covid-19, incluindo o uso constante de álcool em gel, máscara e lavagem das mãos.
Preços e economia na feira
A reportagem também abordou os preços dos produtos e as estratégias de economia das consumidoras. Dona Claudia dos Santos, cuidadora de idosos, comentou sobre os preços altos e a necessidade de substituir itens mais caros por outros mais baratos. Dona Marisa, por sua vez, relatou que os preços estão estáveis, embora altos, mas ainda mais baratos que em mercados. Ela sugere comprar produtos frescos e em quantidades menores para economizar.
Cuidados e informações úteis
Na feira, observou-se que muitas pessoas tomavam precauções contra a Covid-19, usando máscaras, face shields e luvas. Para aqueles que preferem não ir à feira, muitas bancas oferecem entregas via WhatsApp. O site da Prefeitura de Ribeirão Preto lista os locais das feiras livres na cidade, incluindo a Vila Virgínia, Paulo de Frontim, Rua Olago-Bilac (Vila Seixas) e Rua Bonfim (Tumarezinho). A recomendação é aproveitar as frutas e legumes da época para melhor economia.



