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Banco Central reduz taxa de juros pela 5ª vez consecutiva

Corte foi de 0,5 ponto percentual, com tarifa indo de 11,75% para 11,25% ao ano; Nelson Rocha Augusto comenta nova queda
taxa de juros
Corte foi de 0,5 ponto percentual, com tarifa indo de 11,75% para 11,25% ao ano; Nelson Rocha Augusto comenta nova queda

Corte foi de 0,5 ponto percentual, com tarifa indo de 11,75% para 11,25% ao ano; Nelson Rocha Augusto comenta nova queda

Nesta quinta-feira, a CBN Economia analisou dados relevantes sobre a economia brasileira. Entre os principais pontos, destacou-se a redução da taxa de juros pelo Banco Central, a quinta consecutiva, e a discussão sobre a necessidade de cortes mais expressivos.

Taxa de Juros e Cenário Macroeconômico

O economista Nelson Rocha destacou a estabilidade e positividade do cenário macroeconômico brasileiro. A inflação baixa e um equilíbrio fiscal, apesar dos desafios fiscais do Estado, criam espaço para a redução da taxa de juros. Embora a CNI defenda cortes mais significativos, o Banco Central optou por uma redução gradual, com previsão de mais cinco cortes nos próximos meses. A expectativa é que a taxa Selic se aproxime de 9% até o final do ano.

Mercado de Trabalho e Perspectivas Econômicas

Dados do IBGE apontam a menor taxa de desemprego dos últimos anos, com mais de 101 milhões de empregados. Essa situação, combinada com a queda da taxa de juros, sugere uma melhoria na atividade econômica, no emprego e na rentabilidade das empresas, estimulando investimentos.

Cenário Internacional e Implicações para o Brasil

O Federal Reserve (banco central americano) decidiu manter a taxa de juros nos EUA, apesar da pressão por redução. A economia americana apresenta indicadores positivos, com inflação baixa e pleno emprego. A decisão do Fed de não reduzir os juros, pelo menos por enquanto, traz tranquilidade para a economia brasileira, uma vez que a economia americana e a chinesa estão em fase positiva. O Brasil também registrou um superávit na balança comercial de US$ 100 bilhões em 2022, e a projeção para 2023 é de um superávit de mais de US$ 80 bilhões. A volta do ICMS, embora possa pressionar a inflação, é considerada importante para a arrecadação dos estados e o controle da dívida pública. Apesar do alto nível da dívida brasileira (6,5 trilhões em 2023), o crescimento da arrecadação contribui para o seu equilíbrio. O aumento no preço dos combustíveis devido ao ICMS é compensado por outros fatores positivos, como o aumento do emprego e da renda.

Em resumo, o cenário econômico brasileiro se apresenta positivo, impulsionado por fatores internos e externos, com perspectivas otimistas para os próximos meses.

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