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Bancos centrais japonês e norte-americano decidem manter a taxa de juros

Ouça a coluna 'CBN Economia', com Nelson Rocha Augusto
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Decisões do Federal Reserve (Fed) e do Banco Central do Japão geram impactos globais.

Juros Zero no Japão por 10 Anos

O Banco Central do Japão surpreendeu ao anunciar que manterá a taxa de juros em zero nos próximos dez anos. Essa medida, embora ousada, visa estimular a economia ao eliminar o risco de inflação e dar previsibilidade para investimentos e consumo. A estratégia se baseia na crença de que a taxa de juros baixa, inclusive negativa em períodos anteriores, não representa ameaça inflacionária.

Fed Mantém Taxas e Projeta Aumentos Graduais

Nos Estados Unidos, o Fed manteve as taxas de juros inalteradas, indicando uma recuperação econômica moderada sem sinais de inflação preocupante. Entretanto, o banco central americano projetou aumentos graduais das taxas nos próximos anos: um aumento em 2016, dois em 2017 e três entre 2018 e 2019. Isso resultaria em uma taxa de juros de curto prazo entre 1,5% e 2% no final de 2019, oferecendo previsibilidade para o mercado.

Implicações para o Brasil e o Mundo

As decisões de ambos os bancos centrais, focadas na previsibilidade e na recuperação econômica, têm implicações importantes para o Brasil. A estabilidade econômica nos EUA e no Japão contribui para um ambiente global mais favorável. A diferença entre as taxas de juros internacionais e a brasileira pode atrair investimentos estrangeiros para o país. A combinação de medidas consistentes no Brasil, como o controle da inflação e a busca pela aprovação de reformas, cria um cenário mais otimista para 2017, apesar dos desafios econômicos de 2016.

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