Criminoso levou R$ 150 mil em joias do estabelecimento comercial do Centro de Guaíra nesta terça-feira
Um audacioso assalto a uma joalheria no coração de Guaíra, cidade com pouco mais de 37 mil habitantes, chocou moradores e comerciantes locais. O crime, que resultou no roubo de aproximadamente R$ 50 mil em joias e na agressão a uma funcionária, expôs a crescente sensação de insegurança que assola a região central da cidade.
A Audácia do Crime
O proprietário da joalheria, Adriano Reis do Carmo, relatou que este não foi um incidente isolado. A loja já havia sido alvo de outro assalto no início do ano, levantando sérias preocupações sobre a segurança no centro da cidade. O assalto ocorreu em plena luz do dia, em um horário de grande movimento, com bancos e lojas lotados. O criminoso, demonstrando audácia, agiu com violência, rendendo funcionários e intimidando clientes.
O Terror na Joalheria
Uma vendedora, que preferiu não se identificar, descreveu os momentos de terror vividos durante o assalto. Ela foi agarrada pelo braço e forçada a abrir a vitrine enquanto era ameaçada de morte. Em um momento de desespero, a vendedora aproveitou uma distração do criminoso para fugir, temendo por sua vida e pensando em seu filho de quatro anos. Enquanto isso, três clientes permaneceram deitados no chão, tomados pelo medo.
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A Resposta da Polícia e a Possível Distração
Comerciantes da região relataram que a polícia demorou cerca de 15 minutos para chegar ao local do crime. A polícia confirmou que, no momento do assalto, atendia a uma ocorrência de roubo em um residencial, que se revelou um trote. Acredita-se que o falso chamado tenha sido parte de um plano para desviar a atenção das autoridades e facilitar o assalto à joalheria. O capitão da PM, André Luiz Ranequiel, explicou que as viaturas foram deslocadas para o local do suposto roubo devido às características precisas fornecidas na denúncia.
A CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz) informou que o uniforme utilizado pelo assaltante não corresponde ao padrão de seus funcionários e que estes sempre se apresentam com crachá de identificação.
Até o momento, o assaltante não foi preso e a polícia não divulgou informações sobre possíveis suspeitos. O caso segue sob investigação.
A situação levanta questionamentos sobre a segurança no centro da cidade e a necessidade de medidas mais eficazes para proteger comerciantes e moradores.



