Ator e crítico de cinema, André de Castro, comenta sobre o longa e atuação do ator Zac Efron; ouça mais na coluna ‘Cinema’
Neste programa do CBN Cinema, conversamos com o ator e crítico de cinema André de Castro sobre a refilmagem de “Chamas da Vingança”, de Stephen King.
Refilmagens de Stephen King: Acertos e Erros
André de Castro destaca a popularidade de Stephen King e o sucesso de algumas adaptações cinematográficas de suas obras, como “It”. No entanto, ele aponta que nem todas as refilmagens são bem-sucedidas, citando “Carrie” e “O Iluminado” como exemplos de fracassos em comparação com os originais. A refilmagem de “Cemitério Maldito” também é mencionada como inferior à versão de 1989.
“Chamas da Vingança”: Uma Análise Crítica
O crítico analisa a nova versão de “Chamas da Vingança”, comparando-a com a versão de 1984 estrelada por Drew Barrymore. Ele observa que, enquanto a versão original se beneficiava de uma simplicidade que tornava os efeitos especiais mais críveis, a refilmagem de 2022 utiliza excessivamente computação gráfica, o que, segundo ele, distancia o espectador da realidade. André também comenta sobre a tentativa do novo filme de moralizar a situação apresentada, o que ele considera estranho. Apesar do ritmo acelerado e frenético, ele prefere a versão de 1984, principalmente pela atuação de Drew Barrymore.
Leia também
Zac Efron e a Busca por Novos Papéis
A conversa se estende para uma discussão sobre a carreira de Zac Efron, que interpreta o pai na refilmagem. André discute a transição de Efron de seus papéis adolescentes para filmes mais adultos, destacando seus esforços para se desvencilhar da imagem de astro teen. Ele reconhece a evolução de Efron como ator, mas sugere que o papel em “Chamas da Vingança” não é o ideal para mostrar todo o seu potencial. André finaliza recomendando a versão de 1984, destacando a performance de Drew Barrymore e a presença de Martin Sheen como vilão.


