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Bastidores: vereadores ventilam possibilidade de aprovar a própria reposição salarial com base na inflação

Tema não é debatido abertamente, mas ganha força na Câmara de Ribeirão; quem explica é Marcelo Fontes no 'De Olho na Política'
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Tema não é debatido abertamente, mas ganha força na Câmara de Ribeirão; quem explica é Marcelo Fontes no 'De Olho na Política'

Tema não é debatido abertamente, mas ganha força na Câmara de Ribeirão; quem explica é Marcelo Fontes no ‘De Olho na Política’

A Câmara de Ribeirão Preto discute a possibilidade de reajuste salarial para seus vereadores e servidores. A situação é complexa devido a divergências entre o regimento interno da Câmara e a lei orgânica municipal sobre o momento adequado para tais reajustes.

Reajuste Salarial: Uma Questão de Legislação e Pressão

O regimento interno da Câmara estabelece que o reajuste salarial deve ocorrer no último ano do mandato, enquanto a lei orgânica o define para a parte final da gestão, interpretada como os últimos dois anos do mandato de quatro anos. Para evitar problemas jurídicos, os vereadores colocam em pauta a discussão sobre uma alteração no regimento interno, buscando alinhar-se à lei orgânica. Existe uma forte pressão dos servidores que recebem o teto salarial (equivalente ao salário do prefeito), sem reajuste desde 2016, mesmo considerando a inflação.

Pressão Popular e Implicações

Paralelamente à discussão interna na Câmara, há uma pressão popular significativa contra possíveis aumentos salariais, intensificada após a audiência pública sobre o aumento do número de vereadores de 22 para 27. Os vereadores, por sua vez, preferem falar em “reposição da inflação” entre 2016 e 2023, evitando o termo “reajuste”. A aprovação de qualquer aumento salarial pode gerar novas manifestações da sociedade civil, o que demonstra a necessidade de maior transparência e diálogo com a população sobre essas questões.

Maria Fumaça: Restauração e Nova Casa

Em outra notícia, a locomotiva Maria Fumaça, após restauração em Campinas, está sendo instalada em uma nova estrutura no Parque Maurílio Biagi. A obra, que custou R$ 749 mil (restauração) + R$ 500 mil (nova estrutura), visa garantir a preservação da locomotiva e transformá-la em um ponto turístico da cidade. A mudança de local também busca proteger a Maria Fumaça da depredação sofrida em seu antigo ponto, na Praça Chimiche, onde era alvo de vandalismo.

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