Colunista comenta sobre relatório divulgado recentemente sobre trabalhadores que apoiam a saúde mental
Empresas investem em saúde mental para aumentar competitividade
Bem-estar e produtividade andam juntos
Um relatório recente da Aliança Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos revelou que 40% da força de trabalho sofre com esgotamento devido à pandemia e seus desafios. Em resposta, 18% das empresas estão planejando investir em saúde mental, enquanto 54% já estão implementando ações para reduzir a pressão sobre seus funcionários. A pesquisa destaca o impacto do isolamento social, acúmulo de tarefas domésticas e dificuldades com a tecnologia no bem-estar dos colaboradores.
Iniciativas eficazes para um ambiente de trabalho mais saudável
A BV Financeira, por exemplo, implementou mais de 40 iniciativas que beneficiam cerca de 70% de seus funcionários. Essas ações incluem treinamentos de mindfulness e meditação, capacitação em liderança e até mesmo apoio aos pais em suas responsabilidades com os filhos. O resultado? Um aumento de mais de 60% no engajamento dos funcionários e um crescimento no NPS (Net Promoter Score) de 64% para 88%, demonstrando a satisfação e a recomendação da empresa.
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O futuro das empresas competitivas
Capacitações online, estratégias de trabalho síncronas e a criação de canais de comunicação abertos para discutir dificuldades pessoais são exemplos de ações que demonstram preocupação com o bem-estar dos funcionários. Ao investir na saúde mental, as empresas não apenas melhoram a qualidade de vida de seus colaboradores, mas também aumentam a produtividade, o engajamento e a competitividade no mercado, tornando-se mais atrativas e recomendadas. A priorização do bem-estar, tanto no ambiente de trabalho quanto em casa, se mostra crucial para o sucesso e a sustentabilidade das organizações no futuro.