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BK Bank, fintech investigada pelo Ministério Público de São Paulo, encerra contrato com a RP Mobi

BK Bank, fintech investigada pelo Ministério Público de São Paulo, encerra contrato com a RP Mobi
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BK Bank, fintech investigada pelo Ministério Público de São Paulo, encerra contrato com a RP Mobi

BK Bank, fintech investigada pelo Ministério Público de São Paulo, encerra contrato com a RP Mobi

Empresário é citado em investigações sobre o envolvimento do setor de combustíveis na lavagem de dinheiro do crime organizado, inclusive com a utilização de fintechs. Uma delas, a BK, instituição de pagamento com sede em Barueri e filial em Ribeirão Preto, foi alvo de mandados de busca e apreensão. A empresa movimentou cerca de 46 bilhões para o crime organizado e era responsável por organizar o pagamento em crédito e débito dos serviços da RPMob.

Rompimento de Contrato e a Transparência Pública

De acordo com o Portal da Transparência da Prefeitura de Ribeirão Preto, foram pagos mais de três milhões de reais para o BK Bank, no período de dezembro de 2023 até fevereiro de 2025, para manter as operações. A parceria entre a prefeitura e o banco foi rompida após a publicação no diário oficial. O poder público agiu corretamente ao romper o contrato com a prestadora de serviços, dada a investigação em curso.

A Dimensão da Ilegalidade e a Atuação das Fintechs

O caso da BK Bank levanta questões sobre a dimensão da ilegalidade e como ela se infiltra em empresas com atuação e contratos com o poder público. A empresa, em nota oficial, declarou ter sido surpreendida com sua inclusão na operação e reiterou seu compromisso com a legalidade, colocando-se à disposição da justiça. No entanto, as investigações têm mostrado que muitas fintechs estão sendo utilizadas para a lavagem de dinheiro no Brasil.

Varredura nos Contratos Públicos

Prefeituras precisarão fazer varreduras mais a fundo em seus contratos, não só com fintechs, mas com outras empresas que prestam serviços ao poder público, que podem estar atreladas a ações do crime organizado. Setores como o de combustíveis têm chamado atenção, mas há outros ramos empresariais que mantêm contratos com as administrações públicas e podem ser usados como fachada pelo crime organizado.

O caso demonstra a necessidade de vigilância constante e rigor nos contratos públicos, a fim de evitar que recursos sejam desviados para atividades ilícitas.

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