BK BankBK Bank, fintech investigada pelo Ministério Público de São Paulo, matem contrato com a RP Mobi
A megaoperação ‘Carbono Oculto’ continua a gerar desdobramentos, e uma fintech de Ribeirão Preto, a BK, está no centro das atenções. Fundada em 2012, a empresa, mesmo sob investigação, mantinha um contrato com a RPMob, responsável pelo transporte público da cidade. Entenda os detalhes desse caso.
O Contrato Suspenso com a RPMob
A BK, investigada pelo Ministério Público de São Paulo, Receita Federal e Polícia Federal por supostas ligações com uma organização criminosa, possuía um contrato de serviços de pagamento com a RPMob. A fintech fornecia maquininhas de cartão para o recolhimento de pagamentos no sistema de transporte público. A RPMob, que não é alvo da investigação, informou que todas as transações foram realizadas dentro da legalidade e que não havia pendências financeiras entre as empresas.
Reação e Medidas Adotadas
Diante das investigações, a RPMob suspendeu imediatamente o uso das maquininhas da BK e formalizou o descredenciamento da empresa, publicado no Diário Oficial. A BK, por sua vez, declarou ter sido surpreendida pela operação e afirmou conduzir suas atividades com total transparência e rigorosos padrões de compliance.
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A Operação ‘Carbono Oculto’ e o Crime Organizado
A operação ‘Carbono Oculto’ revelou um esquema complexo de lavagem de dinheiro, envolvendo redes de postos de combustíveis e distribuidoras na região. Uma reportagem exibida no programa Fantástico detalhou como o crime organizado tem buscado formalizar lucros obtidos de atividades ilícitas. Promotores de Justiça destacaram o crescimento exponencial de empresas ligadas ao esquema, com faturamentos bilionários em curto espaço de tempo.
As autoridades seguem investigando o caso, com foco na ligação entre a fintech e as distribuidoras de combustíveis em Ribeirão Preto. Novos desdobramentos são esperados, à medida que a apuração avança.



