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Black Dragon adota o licenciamento da marca do clube Vasco da Gama para criar clubes de eSports

Quem traz os detalhes dessa tramitação é o especialista Nicholas Bocchi na coluna 'Good Game CBN'
eSports Vasco da Gama
Quem traz os detalhes dessa tramitação é o especialista Nicholas Bocchi na coluna 'Good Game CBN'

Quem traz os detalhes dessa tramitação é o especialista Nicholas Bocchi na coluna ‘Good Game CBN’

O cenário de esportes eletrônicos no Brasil está em constante evolução, com novas parcerias e polêmicas surgindo com frequência. Recentemente, a Black Dragons licenciou a marca do Vasco da Gama, seguindo os passos de outros clubes como Cruzeiro, Corinthians e Flamengo. Essa estratégia, embora polêmica em alguns casos, demonstra a busca por novas fontes de receita e expansão no mercado.

Black Dragons e Vasco: Uma Nova Parceria

A parceria entre a Black Dragons e o Vasco da Gama gerou debates, principalmente considerando as dívidas milionárias de ambos. A CEO da Black Dragons, Nicole Sherry Gums, ex-jogadora profissional, comentou sobre a situação, reconhecendo a controvérsia, mas destacando a importância da estratégia de licenciamento de marcas para clubes com grandes dificuldades financeiras. A Black Dragons assumirá a gestão da divisão de esportes eletrônicos do Vasco.

O Retorno do Cruzeiro ao Cenário Competitivo

Após o rompimento com a Esports Flix, o Cruzeiro retornou ao cenário competitivo de esportes eletrônicos. O clube afirmou ter sido pego de surpresa pela rescisão do contrato, mas cumpriu a promessa de retornar com sua própria divisão, contratando mais de 30 atletas e contando com consultoria especializada. A administração da equipe, atrásra, está totalmente integrada à estrutura do clube.

Esporte Eletrônico e Covid-19: Um Exemplo de Responsabilidade

A pandemia de Covid-19 também impactou o cenário de esportes eletrônicos. A Riot Games, responsável pelo CBLOL, adiou jogos da Netshoes Miners após casos confirmados de Covid-19 entre os jogadores, demonstrando um contraste com a postura de outras entidades esportivas, como a CBF, que em algumas ocasiões mantiveram jogos mesmo com casos de contaminação entre atletas. Esse episódio destaca a diferença de abordagem entre os esportes eletrônicos e o futebol tradicional em relação à saúde e segurança dos atletas.

As movimentações recentes no mercado de esportes eletrônicos brasileiros demonstram a busca por novas estratégias de negócios e a importância da responsabilidade com a saúde dos atletas. A evolução do setor continua a gerar debates e novas oportunidades, moldando o futuro do cenário competitivo no país.

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