Atividades foram retomadas nesta manhã (11) depois que a equipe recebeu um detector de metais, que vai auxiliar as buscas
O Corpo de Bombeiros retomou na manhã desta quarta-feira (data não divulgada) as buscas pelo corpo do empresário Nelson Carrera Filho, Bombeiros reiniciam buscas pelo corpo do, de 43 anos, desaparecido desde 16 de maio. As buscas ocorrem no Rio Grande, em Miguelópolis, com o uso de um detector de metais trazido pelo grupamento de bombeiros marítimos de Santos, além de um sonar que auxilia na obtenção de imagens do fundo do rio.
Segundo as investigações, Nelson foi morto a tiros em Cravinhos e seu corpo foi enrolado em lonas com uma barra de ferro para facilitar que afundasse nas águas. Três suspeitos foram presos e um segue foragido. O equipamento de detecção magnética é utilizado para localizar objetos metálicos submersos, facilitando o trabalho dos mergulhadores.
Uso de tecnologia nas buscas
O sargento Eric Tanque, do Corpo de Bombeiros de Santos, explicou que o detector de metais funciona por magnetismo e emite ondas para identificar metais submersos, permitindo que os mergulhadores direcionem as buscas. O equipamento é utilizado em casos de veículos ou outros objetos metálicos submersos.
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Detalhes da operação: O tenente Frederico Munita, que comanda as buscas, afirmou que o detector deve ser essencial para localizar as barras de ferro mencionadas pelos suspeitos. A operação deve durar enquanto houver luz solar, e há a possibilidade de que hoje seja o último dia de buscas.
As equipes de Franca e Orlândia auxiliam nos mergulhos, seguindo o trajeto indicado por um dos suspeitos, Felipe Miranda, preso em Uberlândia (MG), que indicou o local onde o corpo pode ter sido jogado.
Contexto do crime: Nelson desapareceu após viajar de São Paulo para Cravinhos para uma reunião de negócios. A suspeita da polícia é que ele tenha sido morto devido a desavenças relacionadas ao uso de uma marca de suplemento para emagrecimento.
Além de Felipe Miranda, estão presos temporariamente Tadeu Almeida Silva, gerente da fábrica de suplementos e suspeito de ajudar a enrolar o corpo em lonas, e Marcela Silva de Almeida, esposa de Marlon Couto, dono do rancho onde o corpo pode ter sido descartado. Marlon, principal suspeito do crime, ainda não se entregou à polícia, alegando ter sido ameaçado.
Informações adicionais
Marlon Couto escreveu uma carta à polícia isentando a esposa do crime, afirmando que ela não sabia do ocorrido, apesar de ter ido a São Paulo para consolar a família da vítima. As buscas continuam em Miguelópolis, e novas atualizações serão divulgadas conforme o andamento da operação.



