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Bombeiros seguem buscas por jovem, de 22 anos, que caiu de jangada no Rio Pardo

Ele e o tio caíram na água, mas só um conseguiu voltar para a embarcação; incidente foi no final da avenida Mugnatto Marincek
Bombeiros seguem buscas por jovem
Ele e o tio caíram na água, mas só um conseguiu voltar para a embarcação; incidente foi no final da avenida Mugnatto Marincek

Ele e o tio caíram na água, mas só um conseguiu voltar para a embarcação; incidente foi no final da avenida Mugnatto Marincek

O Corpo de Bombeiros realiza buscas pelo jovem de 22 anos desaparecido após um afogamento no Rio Pardo, em Ribeirão Preto. Esta é a segunda jornada de buscas na região, iniciada depois que o incidente foi registrado ontem à tarde próximo à entrada do chamado Clube dos Feirantes.

Local e circunstâncias

O afogamento ocorreu no trecho que fica no final da avenida Antônio Amognato Marinsek, no complexo Ribeirão Verde, na divisa com o Rio Pardo. Segundo informações apuradas pelo repórter Guilherme Leone e repassadas pela corporação, duas pessoas estavam em uma jangada quando caíram na água. Um jovem de 20 anos conseguiu emergir e foi resgatado; o outro, de 22 anos, não retornou à superfície.

Os bombeiros informaram que as vítimas, tio e sobrinho, não sabiam nadar e não utilizavam coletes salva-vidas, o que teria contribuído para o desfecho da ocorrência, conforme relato da atendente Paloma Santana Prado, do Corpo de Bombeiros.

Operação de buscas

A operação é conduzida pela equipe de mergulho e segurança pública do Corpo de Bombeiros, composta por três mergulhadores especializados. Devido à baixa visibilidade do Rio Pardo — cuja profundidade pode alcançar cerca de 15 metros — as buscas são feitas por contato, com um mergulhador equipado descendo junto a uma corda para proceder à procura manual e inspecionar margens e vegetação submersa.

Ontem a equipe percorreu aproximadamente 100 metros rio acima do ponto em que os jovens foram vistos pela última vez. Segundo os bombeiros, há grande presença de galhos e material submerso, o que complica a localização da vítima e exige trabalho minucioso e cauteloso.

Desafios e próximos passos

Os mergulhadores destacam que a operação é complexa pela pouca visibilidade e pela configuração do leito do rio. Todos os profissionais envolvidos passaram pelo curso de mergulho autônomo do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo e atuam rotineiramente em ocorrências desse tipo.

As buscas prosseguem ao longo dos próximos dias com a mesma equipe especializada até que a vítima seja localizada. Familiares e equipes seguem acompanhando a operação.

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