Filme tinha sua estreia prevista, inicialmente, para 2021, mas só saiu neste ano; confira a resenha de Marcos de Castro!
Borderlands: Uma aventura para gamers e não gamers
O filme Borderlands, baseado na popular franquia de videogame, chegou aos cinemas trazendo uma aventura espacial repleta de ação e humor. Para Marcos de Castro, crítico de cinema, a produção consegue equilibrar a fidelidade ao jogo com a necessidade de atrair um público mais amplo, que desconhece o universo do game.
Uma história acessível e um elenco de peso
Segundo Marcos, a trama é bem contada e de fácil compreensão, mesmo para quem nunca jogou Borderlands. A história acompanha Lilith (Cate Blanchett), uma caçadora de recompensas que retorna ao planeta Pandora para encontrar a filha do homem mais poderoso do universo, reunindo um grupo de heróis improváveis em sua jornada. Apesar de elogiar a narrativa e o universo bem construído, Marcos observa uma queda no ritmo e na eletricidade da trama no segundo e terceiro atos.
Divertimento garantido, mas com ressalvas
O crítico destaca a atuação de Jamie Lee Curtis, que rouba a cena, e a surpreendente performance de Kevin Hart, que transita com maestria entre a comédia e a ação. Apesar do sucesso em entreter, Marcos aponta algumas críticas: a possível falta de química entre o elenco nos atos finais, a adaptação questionável para os fãs do jogo e a atuação de Cate Blanchett, que, segundo ele, parece repetitiva em papéis semelhantes. Ainda assim, conclui que Borderlands é um filme divertido e acessível, que consegue entreter um público diversificado, embora possa decepcionar os fãs mais puristas do game.
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Em resumo, Borderlands se apresenta como uma opção de entretenimento leve e divertido, com um elenco talentoso e uma história envolvente, apesar de algumas falhas no ritmo e na fidelidade ao material original. A capacidade de atrair tanto os fãs do jogo quanto o público leigo é um ponto positivo, embora a recepção dos gamers mais exigentes possa ser dividida. O filme se destaca como uma aventura espacial que prioriza o entretenimento, sem se prender excessivamente à complexidade do game.



