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Botafogo discorda de regras da Federação Paulista e pede adiamento do reinício das atividades

Pantera foi o único entre os 16 times da elite do futebol estadual que se mostrou contrário às novas determinações
adiamento das atividades
Pantera foi o único entre os 16 times da elite do futebol estadual que se mostrou contrário às novas determinações

Pantera foi o único entre os 16 times da elite do futebol estadual que se mostrou contrário às novas determinações

O Botafogo de Ribeirão Preto discorda da decisão da Federação Paulista de Futebol (FPF) de retomar o Campeonato Paulista. Em reunião virtual, 15 dos 16 clubes participantes aprovaram as propostas da FPF, mas o Botafogo se posicionou contrariamente a alguns pontos.

Pontos de Discórdia

O principal ponto de divergência diz respeito à adequação dos elencos. A FPF permitirá a inscrição de novos atletas até 21 de julho, o que foi contestado pelo Botafogo. O clube também discordou do adiamento do reinício do campeonato e da alteração das datas de registro e inscrições de atletas, classificando as mudanças como uma “mudança de regulamento”.

Situação do Botafogo

O clube argumenta que a retomada do campeonato é prematura, considerando a gravidade da pandemia de coronavírus na região, que ainda se encontra na fase vermelha. O Botafogo destaca que 14 funcionários, incluindo nove atletas, testaram positivo para a Covid-19, impossibilitando os treinamentos com bola. O clube lembra ainda que, em reuniões anteriores, a FPF havia concordado com um prazo mínimo de 30 dias para a preparação física dos atletas, enquanto o prazo estipulado agora é de apenas 22 dias. O Botafogo considera as alterações de regulamento inadequadas e potencialmente ilegais, visto que as inscrições de atletas já haviam sido encerradas antes da suspensão do campeonato.

O Botafogo busca garantir seus direitos e o fair play esportivo, e cogita recorrer aos órgãos competentes. O clube também busca a liberação da prefeitura de Ribeirão Preto para retomar os treinamentos e promete entrar na justiça caso a FPF não revise alguns pontos, como a inscrição de novos atletas. A situação pode culminar em uma disputa judicial, adicionando mais um capítulo à complexa realidade do futebol brasileiro.

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