Decisão em primeira instância do STJD tirou dois mandos do Pantera, que já entrou com recurso
O Botafogo de Ribeirão Preto está em uma batalha jurídica para garantir que o primeiro jogo da final do campeonato seja realizado em casa, com o apoio de sua torcida. O presidente do clube, Gerson Engracia Garcia, está em São Paulo, acompanhando de perto os desdobramentos do caso, enquanto seus advogados trabalham no Rio de Janeiro para conseguir um efeito suspensivo.
A Busca pelo Efeito Suspensivo
A principal esperança do Botafogo reside na obtenção de um efeito suspensivo. A defesa do clube se apega ao regulamento geral das competições, que, segundo eles, exige uma comunicação antecipada de dez dias em caso de perda de mando de campo. Como o julgamento ocorreu em 30 de abril, o clube alega que esse prazo não foi cumprido. A decisão sobre o efeito suspensivo está nas mãos do presidente do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva).
O Regulamento como Trunfo
A equipe jurídica do Botafogo está otimista, baseando-se no artigo 60 do regulamento, que detalha as condições para a perda do mando de campo. A alegação é que o clube não foi notificado com a devida antecedência, o que, em tese, invalidaria a punição. A advogada do clube está no Rio de Janeiro, concentrando esforços para garantir que o regulamento seja cumprido.
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Paulistão 2025: Perspectivas Financeiras
Além da questão imediata do jogo da final, o presidente Gerson Engracia Garcia comentou sobre as expectativas para o Paulistão do próximo ano. Há rumores de que o Botafogo poderá fazer parte de um bloco intermediário de clubes que receberão uma verba maior, diferente da destinada aos quatro grandes da capital. O clube aguarda a confirmação dessas notícias, que seriam um importante reforço financeiro.
O clube aguarda ansiosamente a decisão, confiante de que poderá reverter a situação e proporcionar aos seus torcedores a alegria de sediar a primeira partida da final em Ribeirão Preto.


