Aumento é consequência de uma mudança na cobrança do ICMS; taxa passou de R$ 14,60, para R$ 16,34 com a alteração
O preço do gás de cozinha subiu quase 12% nas revendedoras, impactando diretamente o orçamento de consumidores e pequenos negócios.
Aumento do ICMS e seus reflexos
A principal causa do reajuste é a mudança na cobrança do ICMS, que passou de R$ 14,60 para R$ 16,34. Esse aumento de R$ 1,74 por botijão representa um custo adicional significativo para quem utiliza o produto, principalmente para aqueles que dependem dele para o trabalho, como confeiteiras e cozinheiros que trabalham em casa.
Impacto em pequenos negócios
Para Patrícia Cadoso, confeiteira em Ribeirão Preto, o aumento impacta diretamente sua lucratividade. Um botijão de 13 quilos, que antes durava em média 20 dias, agora representa um custo maior, afetando sua margem de lucro e comprometendo o investimento em outros setores do negócio. Ela destaca que, embora pareça pouco a mais, a diferença de R$ 5,00 por botijão se torna significativa ao final do mês.
Distribuidoras e o preço final
Márcio Sestari, dono de uma distribuidora, explica que a mudança para um imposto único em todo o Brasil resultará em um aumento de R$ 1,25 por quilo de gás, impactando diretamente o consumidor final. Em Ribeirão Preto, o botijão para retirada custa em média R$ 115,00, enquanto a entrega em domicílio chega a R$ 125,00. Apesar do aumento, a expectativa é que não haja novos reajustes no curto prazo.
O aumento no preço do gás de cozinha afeta não apenas o orçamento doméstico, mas também a viabilidade econômica de pequenos empreendedores que dependem deste recurso para suas atividades. A mudança na cobrança do ICMS impacta diretamente o custo final do produto, exigindo adaptações e planejamento por parte dos consumidores e comerciantes.



