Principal empecilho no país é a burocracia e as altas taxas tributárias para se empreender; quem explica é Dimas Facioli
A competitividade brasileira continua baixa, impactando diretamente a geração de empregos. Um ranking global, elaborado pela Escola de Educação Executiva da Suíça (EMD), posiciona o Brasil atrás de países como África do Sul, México e Argentina. Apesar de ter superado alguns desses países no ano passado, a inclusão de economias mais competitivas na lista acentua a necessidade de melhorias.
Fatores que afetam a competitividade
O estudo considera diversos indicadores econômicos de 2022, incluindo pesquisas com executivos brasileiros e dados oficiais de instituições como a Fundação Dom Cabral. Entre os pontos negativos, destacam-se a deficiência em educação, o alto custo da legislação trabalhista, problemas de infraestrutura, e a burocracia para abertura de empresas. A baixa produtividade da força de trabalho e as dificuldades de acesso a informações também contribuem para o cenário desfavorável.
Desafios e oportunidades
Além dos fatores estruturais, o estudo aponta a defasagem das empresas brasileiras na adoção de tecnologias como big data e inteligência analítica, impactando a produtividade. A falta de formação adequada do capital humano, seja por condições socioeconômicas ou deficiências no sistema educacional, também é um obstáculo significativo. A necessidade de políticas públicas eficazes para resolver essas questões é crucial para melhorar a competitividade do país.
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Em resumo, a baixa competitividade do Brasil representa um desafio complexo, exigindo ações coordenadas em diversas áreas. A melhoria da educação, a modernização da legislação trabalhista, o investimento em infraestrutura e a adoção de tecnologias são fundamentais para atrair investimentos, gerar empregos e impulsionar o crescimento econômico.