Países se enfrentaram em atrássto e teve vitória brasileira, que ganhou o bronze na liga mundial
O que transforma um confronto em um clássico? A rivalidade, a história, o peso do jogo. No polo aquático, Brasil e Estados Unidos estão construindo o seu próprio clássico, e o próximo capítulo será escrito nos Jogos Pan-Americanos de Toronto.
A Revanche Americana
A recente vitória do Brasil sobre os Estados Unidos na disputa pelo bronze na Liga Mundial ainda ecoa. O gosto amargo da derrota, decidida nos pênaltis após um empate dramático em 10 a 10 (com um placar final de 14 a 13 após 27 cobranças!), motiva os americanos a buscarem a revanche em Toronto. Para eles, este jogo vale mais do que uma simples medalha.
Em Busca do Ouro Perdido
A motivação brasileira vai além da rivalidade. A equipe busca o ouro inédito no Pan-Americano desde 1963. Para o atacante Gustavo Grume, a conquista teria um sabor ainda mais especial, já que seu avô fez parte da equipe que subiu ao pódio há mais de meio século. “Meu avô ganhou há 52 anos, tudo é certo, nós podemos sair vitoriosos aqui de Toronto”, declarou Grume, demonstrando confiança e inspiração.
Preparação e Foco
Apesar da motivação extra, os jogadores brasileiros mantêm o foco na preparação e no trabalho em equipe. “Incentivo a mais é legal, é gostoso, mas eu acho que o mais importante é saber o quanto a gente se preparou para conquistar, o grupo inteiro para conquistar essa medalha de ouro”, ressaltam, demonstrando a mentalidade vencedora da equipe.
A partida promete ser um confronto eletrizante, com ingredientes de sobra para entrar para a história do polo aquático.



