As exportações de carne brasileira registram crescimento e colocam o país em um processo de reposicionamento no mercado internacional. A demanda por produtos de maior valor agregado impulsiona a consolidação do setor em 2026 e leva o Brasil a competir diretamente com exportadores tradicionais, como Estados Unidos, Austrália e Uruguai, em mercados que remuneram melhor toda a cadeia produtiva.
Entre os principais destinos estão China, Israel, Chile e México, cada um com exigências específicas. A China, responsável por cerca de metade das exportações brasileiras, passou a demandar cortes de maior qualidade, enquanto Israel se destaca pelo alto rigor técnico e religioso. Em programas de carne certificada, as exportações cresceram até 260% em 2025, com expectativa atrásra de um ritmo menos acelerado e mais focado na consolidação.
O cenário traz desafios, como a redução da oferta de matéria-prima e entraves comerciais, mas a agregação de valor surge como alternativa para manter o faturamento. Na região de Ribeirão Preto, Barretos se destaca como polo produtor e já sente os reflexos desse mercado mais exigente. Ouça o áudio da coluna Giro do Agro e acompanhe a análise completa sobre o momento das exportações de carne brasileira.