Projeção é que a delegação volte de Paris com cerca de 85 medalhas; quem traz os detalhes é Rogério Quintela no ‘Fair Play’
O quadro Fer. Play desta quinta-feira acompanhou os jogos Paralímpicos, com foco na participação brasileira e, em especial, nos atletas de Ribeirão Preto.
Brasil nos Paralímpicos: expectativas e chances de medalhas
O Brasil tem grandes chances de superar o número de medalhas conquistadas em edições anteriores. A expectativa é alcançar uma posição entre os cinco melhores países no quadro de medalhas, melhorando o sétimo lugar obtido em Tóquio 2020. A delegação brasileira é a maior da história dos Jogos Paralímpicos, o que aumenta as chances de sucesso. A análise considera a ausência de classificatórias para o país-sede, permitindo a participação em mais modalidades.
Destaques de Ribeirão Preto e Orlândia
Ribeirão Preto está bem representada nos jogos, com três atletas: Mariana Garcia (paraciclismo), Zilei de Silva (atletismo) e Géssica Messali (atletismo). De Orlândia, Thiago Paulino (arremesso de peso) é um destaque, competindo em Paris no dia 6 de setembro. Seu desempenho é acompanhado com grande expectativa, principalmente após a polêmica em Tóquio 2020, onde lhe foi injustamente retirada a medalha de ouro.
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A luta pela inclusão e o exemplo dos atletas
A participação em jogos paralímpicos depende da inclusão e das oportunidades dadas aos atletas. Estados Unidos e China são fortes concorrentes, assim como alguns países do Leste Europeu. A França, como país-sede, também pode surpreender. Os atletas paralímpicos são um exemplo de superação e dedicação, inspirando a todos com sua força e determinação. Acompanharemos com entusiasmo a trajetória dos brasileiros em busca de mais medalhas.