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Brasileiros aceitam mais dicas de robôs do que de humanos

As pessoas estão interagindo mais com as máquinas do que pensam; ouça na coluna 'CBN Digital' com Eduardo Soares
robôs brasileiros
As pessoas estão interagindo mais com as máquinas do que pensam; ouça na coluna 'CBN Digital' com Eduardo Soares

As pessoas estão interagindo mais com as máquinas do que pensam; ouça na coluna ‘CBN Digital’ com Eduardo Soares

O mundo digital nos conecta cada vez mais, e essa realidade é inegável. Mas um dado surpreendente aponta para uma crescente confiança dos brasileiros em recomendações de robôs, superando, em alguns casos, a confiança em humanos. Essa tendência, analisada pelo especialista em mídias digitais Eduardo Suárez, indica uma interação mais próxima com a inteligência artificial do que imaginamos.

Robôs no nosso dia a dia

A presença de robôs em nossas vidas é mais comum do que percebemos. Serviços de streaming como Netflix e Globoplay utilizam inteligência artificial para sugerir filmes e séries, baseando-se em nossos hábitos de consumo. Sites de compras também empregam robôs para personalizar ofertas, enquanto redes sociais utilizam algoritmos para sugerir amigos e conteúdos. Até mesmo caixas eletrônicos e aplicativos bancários são exemplos da crescente integração dos robôs em tarefas cotidianas.

Confiança em algoritmos: uma nova realidade?

A pesquisa aponta que 80% das pessoas aceitam ajuda de inteligência artificial na escolha de compras, com 21% dispostos a delegar totalmente essa escolha aos robôs. Ainda mais surpreendente é que 30% pagariam por recomendações personalizadas de robôs. Jovens entre 18 e 25 anos demonstram uma confiança ainda maior em recomendações de robôs do que em recomendações humanas (66% vs 64%). Essa tendência sugere uma mudança significativa no comportamento do consumidor, com a inteligência artificial desempenhando um papel cada vez mais importante nas decisões de compra.

O futuro do consumo

Embora a confiança em robôs cresça, a interação humana ainda é crucial, especialmente para produtos de alto valor ou que exigem personalização. A compra de um carro, por exemplo, provavelmente envolverá mais interação humana do que a compra de um livro. No entanto, a pesquisa indica uma clara tendência de aceitação e, em alguns casos, preferência por recomendações automatizadas, configurando um novo cenário no mercado de consumo nos próximos anos.

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