Ouça a coluna ‘Quadra Coberta’, com Adriano Ferreira
Após 37 anos, a Grã-Bretanha volta a disputar a final da Copa Davis, um feito notável liderado por Andy Murray. A equipe britânica superou a Austrália, com Murray vencendo tanto os jogos de simples quanto um jogo de duplas ao lado de seu irmão. A final promete ser emocionante, com a Grã-Bretanha jogando em casa.
O Caminho da Bélgica até a Final
A Bélgica também garantiu sua vaga na final ao vencer a Argentina, que anteriormente havia eliminado o Brasil. A equipe belga reverteu um placar desfavorável no domingo, vencendo os dois jogos de simples decisivos. Essa é a primeira vez em 100 anos que a Bélgica alcança a final da Copa Davis, um marco histórico para o tênis belga.
Decepção Brasileira na Repescagem
A grande decepção do final de semana foi a derrota do Brasil para a Croácia na repescagem. A equipe brasileira, que tinha esperanças de vencer a desfalcada Croácia, não conseguiu um bom desempenho. Belucci foi derrotado por Ćorić, um jovem talento de 18 anos, e a dupla brasileira formada por Marcelo Melo e Bruno Soares, apesar dos bons resultados recentes, também foi superada.
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O Futuro do Tênis Brasileiro na Copa Davis
O Brasil tem oscilado entre o grupo de elite e a repescagem da Copa Davis nos últimos anos. Apesar de vitórias importantes, como a sobre a Espanha, a equipe brasileira ainda não conseguiu se firmar entre os melhores. A realidade atual parece ser a luta para permanecer na repescagem ou no zonal, refletindo os desafios enfrentados pelo tênis brasileiro em competições internacionais.
O cenário atual do tênis brasileiro na Copa Davis demanda reflexão e estratégias para alcançar um desempenho mais consistente.