Tema tem gerado grande preocupação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por conta das eleições municipais
O programa De Olho na Política discutiu os riscos da disseminação de deepfakes e a necessidade de punição para quem os utiliza. A inteligência artificial permite a deturpação de falas e a apropriação indevida de imagens, afetando a percepção do eleitor e colocando em risco a democracia.
Combate à Desinformação e Deepfakes
A utilização de deepfakes representa um desafio significativo para a democracia, pois distorce a informação e prejudica a capacidade do eleitor de formar sua opinião com base em fatos. A justiça eleitoral tem avançado na identificação e responsabilização de plataformas e candidaturas que compartilham esse tipo de conteúdo, mas ainda há um longo caminho a percorrer.
A Responsabilidade dos Veículos de Comunicação e Cidadãos
O debate também abordou a responsabilidade dos veículos de comunicação na disseminação de informações confiáveis. Embora a liberdade de expressão seja fundamental, é preciso distinguir entre opinião e informação, e responsabilizar aqueles que veiculam informações falsas ou deturpadas. A liberdade de expressão não isenta ninguém da responsabilidade por informações mentirosas ou que visem à desconstrução do outro.
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Considerações Finais
A discussão sobre deepfakes e desinformação destaca a importância da conscientização do eleitor e a necessidade de medidas para combater a disseminação de conteúdo falso. A capacidade de identificar informações fora de contexto e a busca por fontes confiáveis são cruciais para garantir a saúde da democracia.