Ouça a coluna ‘CBN Giro Sobre Rodas’ com Tiago Songa
O mercado automobilístico está em constante movimento, e a CBN Giro sobre Rodas traz as últimas novidades. Recentemente, a Bugatti lançou o carro mais rápido do mundo, o Bolide, que promete atingir velocidades superiores a 500 km/h. Mas por que tanta velocidade?
A Busca pela Velocidade Extrema
A Bugatti, centenária fabricante de automóveis, busca superar seus próprios recordes. Após o sucesso do Veyron, que atingia 407 km/h, a tendência entre os superesportivos é ultrapassar essa marca. O Bolide, com seus 1850 cavalos, é a resposta da Bugatti a essa busca, embora testes conclusivos para comprovar os 500 km/h ainda não tenham sido realizados. A aceleração de 0 a 300 km/h em 7,37 segundos demonstra a potência do veículo, e a projeção teórica de 0 a 500 km/h em 20 segundos é impressionante. A engenharia por trás do Bolide é complexa, com foco na aerodinâmica para manter a estabilidade em velocidades tão elevadas.
Impacto no Mercado PCD
Outra notícia relevante é a redução das opções de compra de veículos para pessoas com deficiência (PCD). A legislação de 2009, que previa isenção de impostos para veículos até R$ 70.000,00, se tornou defasada. O valor, que em 2009 equivalia a um carro médio, hoje não abrange muitas opções, especialmente SUVs com acessibilidade para cadeirantes. Essa limitação afeta diretamente a capacidade dos PCD de adquirir veículos adequados às suas necessidades.
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Parceria Alemã para Eletrificação
Por fim, três montadoras alemãs – Audi, Porsche e Volkswagen – uniram forças para expandir a infraestrutura de recarga de veículos elétricos no Brasil. O projeto prevê a instalação de 30 postos de recarga ultrarrápida em todo o país. Essa iniciativa demonstra o compromisso com a eletrificação do mercado automobilístico e a busca por soluções para os desafios da mobilidade elétrica.
As notícias do mercado automobilístico são dinâmicas e repletas de inovações, desde a busca por velocidades extremas até a necessidade de inclusão e a transição para a mobilidade elétrica. Acompanhar essas tendências é fundamental para entender o futuro do setor.