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Busca pelo corpo do empresário Nelson Carreira Filho são interrompidas nesta terça-feira (10)

Bombeiros aguardam um detector de metais para que as buscas sejam retomadas; com o equipamento, buscas retornam na quarta (11)
Busca pelo corpo do empresário Nelson
Bombeiros aguardam um detector de metais para que as buscas sejam retomadas; com o equipamento, buscas retornam na quarta (11)

Bombeiros aguardam um detector de metais para que as buscas sejam retomadas; com o equipamento, buscas retornam na quarta (11)

As buscas pelo corpo do empresário Nelson Carrera Filho, Busca pelo corpo do empresário Nelson, de 43 anos, no Rio Grande em Miguelópolis foram suspensas na quarta-feira. O Corpo de Bombeiros aguarda a chegada de um detector de metais, equipamento que auxiliará na retomada das buscas, previstas para quarta-feira, após a suspensão devido à falta de resultados.

Nelson está desaparecido desde 16 de maio, após ter sido baleado em Cravinhos e seu corpo supostamente descartado no rio. Três suspeitos foram presos e um permanece foragido. A investigação aponta que a vítima foi enrolada em lonas e amarrada a uma barra de ferro para facilitar o afundamento.

Equipamentos e dificuldades nas buscas

Além do detector de metais, os bombeiros utilizam um sonar para mapear o fundo do rio, identificando objetos estranhos como galhos, pedras e redes de pesca. Segundo o cabo Edinaldo Donizetti Pinho, o sonar permite localizar possíveis objetos para que mergulhadores possam verificar. Até o momento, uma rede foi retirada, mas o corpo não foi encontrado.

Local e condições do rio: As buscas ocorrem em um rancho às margens do Rio Grande, em Miguelópolis, propriedade de Marlon Couto Paula Jr., um dos suspeitos presos. O trecho indicado por um homem detido em Uberlândia, Minas Gerais, é profundo, com baixa visibilidade devido à sujeira, lama e pouca iluminação, agravada por chuvas recentes.

Contexto do crime e suspeitos: Nelson desapareceu após viajar de São Paulo para Cravinhos para uma reunião de negócios. A polícia suspeita que ele foi morto a tiros na fábrica de suplementos de Marlon, motivado por desavenças relacionadas ao uso de uma marca de emagrecedor. Além de Marlon, estão presos temporariamente Tadeu Almeida Silva, gerente da fábrica e suspeito de auxiliar no ocultamento do corpo, e Marcela Silva de Almeida, esposa de Marlon, que acompanhou o marido a São Paulo no dia seguinte ao desaparecimento.

Informações adicionais

O advogado de Marlon afirmou que ele ainda não se entregou devido a ameaças, inclusive uma tentativa de invasão à sua residência. Arturo Henrique Loffler, consultor de segurança, explicou a importância do Banco Nacional de Mandados de Prisão, que centraliza os mandados de prisão e permite que qualquer autoridade policial ou cidadão verifique se um suspeito está procurado em nível nacional. Denúncias podem ser feitas anonimamente pelos telefones 181 (Polícia Civil) e 190 (Polícia Militar).

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