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Buscas pelo corpo do empresário Nelson Carreira devem seguir até a próxima quarta-feira (11)

Protocolo do Corpo de Bombeiros prevê sete dias de procura caso haja informações sobre o possível paradeiro do cadáver
Buscas pelo corpo do empresário Nelson
Protocolo do Corpo de Bombeiros prevê sete dias de procura caso haja informações sobre o possível paradeiro do cadáver

Protocolo do Corpo de Bombeiros prevê sete dias de procura caso haja informações sobre o possível paradeiro do cadáver

As buscas pelo corpo do empresário Nelson Carrera, assassinado e jogado no Rio Grande, seguem até a próxima quarta-feira. O corpo de bombeiros iniciou a operação na última quinta-feira nas margens de um rancho em Miguelópolis, propriedade de Marlon Couto Paula Jr., principal suspeito do crime.

Segundo o tenente Rafael Maia, o protocolo do corpo de bombeiros determina que as buscas durem sete dias, com possibilidade de reavaliação caso surjam novas informações ou testemunhas. A área de busca é extensa e a profundidade do rio varia entre 15 e 20 metros, o que dificulta o trabalho, mesmo com o uso de equipamentos como sonar e câmeras, além do apoio da polícia ambiental.

Dificuldades nas buscas: O local é profundo, escuro e com grande quantidade de material orgânico, como algas, galhos e árvores antigas, o que dificulta a visibilidade e o trabalho dos mergulhadores, que atuam quase no escuro, baseando-se no tato. O fundo do rio é poluído, e a movimentação da lama pode camuflar objetos, tornando a localização do corpo ainda mais complexa.

Detalhes do crime e investigações: Nelson Carrera desapareceu após viajar de São Paulo para Cravinhos para uma reunião de negócios. A polícia suspeita que ele foi morto a tiros na fábrica de suplementos de Marlon por desavenças relacionadas ao uso de uma marca de emagrecedor.

Além de Marlon, outras duas pessoas estão presas temporariamente: Tadeu Almeida Silva, gerente da fábrica e suspeito de ajudar a enrolar o corpo em lonas e transportar o carro de Nelson até São Paulo, e Marcela Silva de Almeida, esposa de Marlon, que acompanhou o marido a São Paulo no dia seguinte ao desaparecimento para apoiar a família da vítima.

Posição da defesa e próximos passos

O advogado de Marlon informou que ele ainda não se entregou por medo, após ameaças e uma tentativa de invasão em sua casa. Marlon teria escrito uma carta confessando o crime e detalhando como ocorreu. As buscas pelo corpo de Nelson devem continuar até quarta-feira, com possibilidade de extensão caso novas informações apareçam.

Informações adicionais

O caso segue sob investigação, e a CBN continuará acompanhando os desdobramentos, especialmente em relação à localização do corpo e à apresentação do principal suspeito às autoridades.

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