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Cães são encontrados mortos com suspeita de envenenamento em Ipuã

Animais teriam comido pedaços de linguiça com veneno na jardim de uma casa no bairro Pampuã; Polícia Civil investiga o caso
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Animais teriam comido pedaços de linguiça com veneno na jardim de uma casa no bairro Pampuã; Polícia Civil investiga o caso

Animais teriam comido pedaços de linguiça com veneno na jardim de uma casa no bairro Pampuã; Polícia Civil investiga o caso

Dois cachorros foram encontrados mortos em Puan, e a suspeita é de envenenamento. A polícia já registrou dois boletins de ocorrência e investiga o caso.

Primeiro caso: Spike, o cão siberiano

Na sexta-feira à noite, o engenheiro Grasiano Daniel Vesperer passeava com seu cão Spike, da raça siberiana, quando o animal ingeriu um pedaço de linguiça encontrado no jardim de uma casa no bairro Pampuã. Menos de uma hora depois, Spike morreu. Grasiano e seu irmão retornaram ao local e encontraram outro pedaço de linguiça, com vestígios de chumbinho. Apesar de ter conversado com o dono da casa, que negou envolvimento, Grasiano registrou ocorrência.

Segundo caso: Cachorrinha de Joel Teixeira

No domingo, Joel Teixeira encontrou sua cachorrinha morta, também com suspeita de envenenamento. Ele afirma ter absoluta certeza de que o animal foi envenenado, tendo encontrado a cachorrinha sem sangue e com marcas características de envenenamento.

Investigação policial e suspeito

A delegacia de Puan já iniciou as investigações e há um suspeito. O delegado Gustavo de Almeida Costa afirma que uma substância foi apreendida e encaminhada para perícia. O suspeito foi visto mexendo no jardim onde os cachorros encontraram a linguiça e teria dito a uma testemunha que não estava satisfeito com os cães da vizinhança. A autópsia de Spike confirmou a morte por envenenamento, com um pedaço de linguiça calabresa encontrado em seu estômago. O suspeito pode responder por maus-tratos com resultado morte.

A indignação toma conta dos moradores de Puan. A perda dos animais gerou sofrimento, principalmente para Grasiano, cujo filho utiliza a terapia com animais para tratar síndrome do pânico. A polícia segue investigando, buscando mais provas para elucidar o caso e responsabilizar o culpado por esse ato cruel. A lei de crimes ambientais (Lei Federal nº 9.605) prevê punição para maus-tratos a animais, mas a pena é considerada branda por muitos.

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