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Café registra queda no preço em março após intensa valorização

Tipo Arábica teve desvalorização média de 13,5% e o Conilon de 2,1%; exportações somam queda de 18% em fevereiro
Café registra queda no preço em
Tipo Arábica teve desvalorização média de 13,5% e o Conilon de 2,1%; exportações somam queda de 18% em fevereiro

Tipo Arábica teve desvalorização média de 13,5% e o Conilon de 2,1%; exportações somam queda de 18% em fevereiro

Os preços do café no Brasil registraram queda em março após uma forte valorização no mês anterior. O café arábica teve desvalorização média de 13, Café registra queda no preço em,5%, enquanto o conilon caiu 2,1%, acompanhando o movimento do mercado internacional.

As exportações brasileiras de café somaram 3 milhões de sacas de 60 quilos em fevereiro, uma queda de 18% em relação ao mês anterior e de 10% na comparação com o mesmo período de 2024. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o país totalizou 7 milhões de sacas exportadas, volume 5,4% menor do que no mesmo período do ano passado. Os dados são de um estudo realizado por um banco especializado em agronegócio com sede em Ribeirão Preto.

Quanto ao custo com manejo, houve redução significativa neste ano. No ano passado, o custo era de 2 mil sacas por tonelada de fertilizantes; atualmente, esse número caiu 53%, e mil sacas compram a mesma tonelada do produto.

Parte dessa redução pode estar relacionada à melhora nas condições climáticas no Brasil. O estudo destaca que as principais regiões produtoras de café enfrentaram um período mais seco e quente em fevereiro, fase crucial para o desenvolvimento dos grãos. O retorno das chuvas em meados de março trouxe alívio necessário, e as novas precipitações previstas para as próximas semanas devem favorecer ainda mais o desenvolvimento das lavouras, impactando tanto o produtor quanto o consumidor final.

Variação nos preços do café

O café arábica apresentou queda média de 13,5% em março, enquanto o conilon teve desvalorização de 2,1%.

Exportações em queda: Em fevereiro, as exportações somaram 3 milhões de sacas, 18% abaixo do mês anterior e 10% menor que em fevereiro de 2024.

Redução nos custos de manejo: O custo com fertilizantes caiu 53%, passando de 2 mil sacas para mil sacas por tonelada.

Impacto das condições climáticas: O período seco e quente em fevereiro foi seguido pelo retorno das chuvas em março, beneficiando o desenvolvimento das lavouras.

Informações adicionais

Os dados são provenientes de um estudo de um banco especializado em agronegócio localizado em Ribeirão Preto. As chuvas previstas para as próximas semanas devem continuar favorecendo a produção.

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