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Cai 40% o número de pacientes internados em UTIs com Covid-19 em Ribeirão

Cenário é parecido com os dados registrados em janeiro, quando a cidade estava longe do pico da segunda onda
internações UTI Covid-19
Cenário é parecido com os dados registrados em janeiro, quando a cidade estava longe do pico da segunda onda

Cenário é parecido com os dados registrados em janeiro, quando a cidade estava longe do pico da segunda onda

Queda nas internações por Covid-19 em Ribeirão Preto

O número de pacientes internados com Covid-19 em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) de Ribeirão Preto apresentou queda significativa nos últimos dias, atingindo níveis semelhantes aos de janeiro. De acordo com dados do portal LeitesCovid, a taxa de ocupação de leitos de UTI está em pouco mais de 62%, com 131 pacientes internados em estado grave e 210 leitos disponíveis. Em comparação com 19 de julho, quando havia 225 internados, representa uma redução de aproximadamente 40%.

Vacinação e impacto na ocupação de leitos

O médico infectologista Lucas Agra, do Hospital das Clínicas, atribui a redução nas internações ao avanço da vacinação. Embora nenhuma vacina ofereça proteção total contra a infecção, a imunização tem resultado em casos mais leves e redução significativa na fila de espera por leitos de UTI. Mesmo com a vacinação completa, pessoas com comorbidades podem desenvolver formas graves da doença.

Variante Delta e medidas de prevenção

A confirmação de um caso da variante Delta em Ribeirão Preto, em uma profissional de saúde de 30 anos, gera preocupação. Contudo, o cumprimento dos protocolos sanitários, segundo especialistas, é crucial para evitar um novo colapso no sistema de saúde. A variante Delta já parece ser responsável por grande parte das infecções recentes na cidade. A prioridade é acelerar a imunização da população.

Com a flexibilização das medidas restritivas e a retomada das atividades, a vacinação de adolescentes também se torna fundamental para manter a queda nos índices de internação. Embora adolescentes raramente apresentem casos graves, especialistas questionam se a prioridade não deveria ser a antecipação das doses de reforço para grupos de risco, antes da vacinação em massa dos adolescentes. Enquanto a imunização completa da população não for alcançada, o uso de máscaras, o distanciamento social e a prevenção de aglomerações permanecem essenciais para evitar a propagação do vírus.

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