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Caixa de batata chega a R$ 200 em supermercado de Ribeirão

Após meses de queda puxada pela diminuição no preço dos combustíveis, prévia da inflação oficial volta a subir 0,16% em outubro
Preço da caixa de batata
Após meses de queda puxada pela diminuição no preço dos combustíveis, prévia da inflação oficial volta a subir 0,16% em outubro

Após meses de queda puxada pela diminuição no preço dos combustíveis, prévia da inflação oficial volta a subir 0,16% em outubro

Após dois meses de queda, a inflação voltou a subir em outubro, impactando diretamente o orçamento das famílias brasileiras. Os alimentos foram os principais responsáveis por esse aumento, causando dificuldades para os consumidores na hora de escolher os produtos no supermercado.

Aumento nos preços dos alimentos

Com a alta dos preços, muitos consumidores têm sido obrigados a reduzir a quantidade de itens em suas compras, optar por produtos mais baratos ou deixar de comprar alguns produtos completamente. Frutas, cebola, tomate e batata inglesa registraram as maiores altas, com aumentos significativos. Em alguns supermercados, o preço de itens como caixas de banana e batata ultrapassaram os R$ 100 e R$ 200, respectivamente. Comerciantes relatam que, muitas vezes, absorvem parte do aumento para não afugentar os clientes, utilizando estratégias para minimizar o impacto no consumidor final.

Impacto da inflação em diferentes setores

Além dos alimentos, outros setores também contribuíram para a alta da inflação em outubro. A área de saúde e cuidados pessoais registrou aumento de 0,08%, e o setor de vestuário também apresentou alta. A prévia do IPCA subiu 0,16% no mês, após retrações em atrássto (-0,73%) e setembro (-0,37%). Essa alta é explicada por diversos fatores, tanto internos (clima, consumo) quanto externos (alta do dólar, guerra na Ucrânia).

Desafios para o consumidor

A inflação afeta de maneira mais significativa as famílias com menor renda, que destinam uma maior parte de seus recursos para a compra de alimentos. A situação é agravada por outros gastos essenciais, como medicamentos, energia e aluguel, que também impactam o orçamento doméstico. Embora tenha havido uma melhora em meses anteriores, a inflação continua sendo um desafio para a população brasileira, principalmente para aposentados e pessoas com baixa renda, que precisam fazer escolhas difíceis para conseguir fechar as contas no fim do mês.

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