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Calor, baixa umidade, radiação ultravioleta… como se proteger do câncer de pele?

Calor, baixa umidade, radiação ultravioleta... como se proteger do câncer de pele?
câncer de pele
Calor, baixa umidade, radiação ultravioleta... como se proteger do câncer de pele?

Calor, baixa umidade, radiação ultravioleta… como se proteger do câncer de pele?

Muito se tem falado sobre o calor intenso, a baixa umidade e a alta incidência da radiação ultravioleta, uma forma de energia solar invisível composta por raios UVA e UVB. Esses raios podem causar danos à pele, como queimaduras, envelhecimento precoce e, em casos mais graves, câncer. Com a onda de calor prevista para os próximos dias, essa preocupação se intensifica.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que o câncer de pele não melanoma seja o tumor mais frequente no Brasil. Projeções indicam que, em 2025, o país poderá registrar cerca de 704 mil novos casos desse tipo de câncer.

Tipos de Câncer de Pele: Melanoma vs. Não Melanoma

Ao abordar o câncer de pele, é crucial distinguir entre dois grandes subtipos: melanoma e não melanoma. Melanomas geralmente se desenvolvem a partir de pintas escuras e são considerados o tipo mais agressivo. Já os cânceres de pele não melanoma, como o carcinoma espinocelular e o carcinoma basocelular, são geralmente menos agressivos, com chances de cura próximas a 100%.

A Exposição Solar e Seus Impactos

A exposição solar é o principal fator de risco para o desenvolvimento de câncer de pele. Pessoas com pele mais clara são particularmente vulneráveis, mas todos devem tomar precauções. A exposição solar ao longo da vida tem um impacto direto no risco de desenvolver a doença, tornando essencial a adoção de medidas preventivas.

Recomendações Essenciais para a Proteção Solar

O uso de protetor solar é indispensável, especialmente em regiões de alta incidência solar. É recomendável evitar a exposição solar nos horários de pico, geralmente entre 9h e 16h. Além disso, é importante aplicar protetor solar nas áreas expostas, como rosto, orelhas, nuca, mãos e braços, e reaplicá-lo a cada duas ou três horas.

Sinais de Alerta e a Importância do Acompanhamento Dermatológico

O acompanhamento regular com um dermatologista, idealmente uma vez por ano, é fundamental para a detecção precoce de lesões suspeitas. É importante estar atento a manchas com características incomuns, como bordas irregulares, múltiplas cores e crescimento rápido. Manchas avermelhadas que não cicatrizam também merecem atenção. Embora nem todas as manchas sejam cancerosas, a avaliação profissional é essencial para um diagnóstico preciso.

A conscientização e a prevenção são as melhores armas contra o câncer de pele. Adotar hábitos de proteção solar e realizar exames dermatológicos regulares são passos importantes para manter a saúde da pele em dia.

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