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‘Calorão’, né?! Nada melhor que um sorvete artesanal para refrescar!

Paulo Pedroso Soares, dono de sorveteria, comenta sobre como esse doce tão amado é produzido; ouça o 'CBN Sabores'
‘Calorão’
Paulo Pedroso Soares, dono de sorveteria, comenta sobre como esse doce tão amado é produzido; ouça o 'CBN Sabores'

Paulo Pedroso Soares, dono de sorveteria, comenta sobre como esse doce tão amado é produzido; ouça o ‘CBN Sabores’

O comerciante Paulo Pedrozo Soares, ‘Calorão’, né, com 45 anos de experiência na fabricação e venda de sorvetes, compartilhou informações sobre a produção e consumo do produto em entrevista à CBN. Paulo iniciou sua trajetória profissional em Casa Branca, onde começou a trabalhar aos 15 anos em uma sorveteria e posteriormente assumiu uma loja. Após nove anos em Sertãozinho, mudou-se para Ribeirão Preto, onde atua desde 1989.

Histórico e mercado local: Paulo destacou que Ribeirão Preto é uma cidade com alta demanda por sorvetes devido ao calor intenso, ‘Calorão’, né, o que favorece o consumo. Ele ressaltou que a chuva é o principal fator que prejudica as vendas, enquanto o frio tem menor impacto.

Evolução da fabricação: Segundo Paulo, a produção de sorvetes mudou significativamente ao longo dos anos. Antigamente, a araruta (fécula de mandioca) era usada como base, mas hoje a receita inclui leite em pó, creme de leite e ingredientes importados, resultando em um produto de melhor qualidade. Ele enfatizou que o creme de leite animal é a gordura mais nobre utilizada na fabricação, em contraste com gorduras hidrogenadas ou de palma usadas pela indústria.

Sabores tradicionais e gourmet: Os sabores mais populares continuam sendo os tradicionais, como chocolate, morango e ameixa, com o chocolate sendo o mais consumido. Paulo também mencionou uma linha gourmet, destacando o sabor “amendrado”, que combina creme de leite, chocolate meio amargo picado e amêndoas caramelizadas, além de outros sabores como macadâmia e ferrero rocher. Ele explicou que o termo “gelato” é uma estratégia de marketing para sorvetes italianos, mas que o produto é similar ao sorvete tradicional.

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Paulo revelou que, devido a um diagnóstico de diabetes, não consome sorvete diariamente, mas ainda prova os produtos regularmente. Ele também mencionou que fabrica cerca de 60 sabores de picolés, com aproximadamente 12% sendo de chocolate.

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