Câmara amplia compensação ambiental por doação de mudas na extração de árvores
A Câmara Municipal aprovou um projeto de lei que altera as regras de compensação ambiental para a extração de árvores, ampliando o limite para compensação por meio de doação de mudas. A medida gerou debates sobre a efetividade das compensações e a prioridade das questões ambientais.
As Novas Regras de Compensação
Com a nova lei, a compensação por doação de mudas será permitida para a extração de até 100 árvores, a critério da Secretaria de Meio Ambiente. Acima desse número, o plantio e manutenção de mudas em local definido pelo órgão competente se tornam obrigatórios. A mudança atende a pedidos de empresários que alegam dificuldades em cumprir as exigências anteriores.
Críticas e Contrapontos
A vereadora Judete Zili, do PT, votou contra o projeto, argumentando que o plantio de árvores deve ser acompanhado de cuidados contínuos para garantir sua sobrevivência. Outros vereadores levantaram dúvidas sobre a disponibilidade de mudas e a efetividade das compensações, defendendo uma gestão mais eficiente dos recursos destinados à zeladoria urbana.
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O Papel da Zeladoria Urbana
A discussão sobre a compensação ambiental levanta a questão da zeladoria urbana e da necessidade de monitoramento constante das árvores. A atualização das informações sobre as árvores e a implementação de um cronograma de podas e cuidados são essenciais para garantir a segurança da população e a preservação do meio ambiente.
A nova lei de compensação ambiental reacende o debate sobre o equilíbrio entre o desenvolvimento urbano e a preservação ambiental, ressaltando a importância de medidas eficazes de compensação e de uma gestão responsável dos recursos naturais.



