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Câmara de Ituverava diz que por enquanto não vai investigar vereador acusado de assédio sexual

Legislativo afirmou que o ortopedista não aparece no local desde que as denúncias se tornaram públicas
assédio sexual
Legislativo afirmou que o ortopedista não aparece no local desde que as denúncias se tornaram públicas

Legislativo afirmou que o ortopedista não aparece no local desde que as denúncias se tornaram públicas

Vereador Médico Suspeito de Abuso Não Será Investigado Imediatamente pela Câmara

A Câmara de Tuverava decidiu, por enquanto, não investigar o vereador Laerte Fogassa de Souza Filho, médico ortopedista de 57 anos, suspeito de abusar de pacientes em cidades da região. Eleito pelo PTB com 738 votos, este é seu primeiro mandato. Segundo informações da Casa de Leis, o vereador não tem comparecido às sessões desde que as denúncias vieram à tona.

Investigações em Andamento e Cautelares

O diretor da Câmara, Edmielson Mendes da Silva, confirmou a existência de uma comissão de ética, mas afirmou que ela não será acionada no momento. As questões estão sendo apuradas, e Silva acredita que Laerte pode exercer seu mandato normalmente. O médico, no entanto, está proibido de atender pacientes mulheres, exceto em casos de emergência, como medida cautelar determinada pela justiça após o pagamento de fiança de R$ 40 mil. Essa decisão se deve a pelo menos sete acusações de assédio contra o vereador.

Prisão em Flagrante e Reações

Na última quarta-feira, Laerte foi preso em flagrante pela Polícia Civil de Garapava após denúncia de uma paciente que relatou ter sofrido abuso durante consulta. O advogado Angelo Pecini expressou preocupação com a decisão da Câmara de Tuverava. Outros casos semelhantes estão sendo investigados em Aramina e Igaraçu. O promotor Paulo Augusto Randuz Jr. discorda da liberação de Laerte e pede sua prisão preventiva. A defesa do médico alega inocência e desconhece as acusações.

A situação permanece em aberto, com investigações em andamento e diferentes posicionamentos entre as partes envolvidas. O desenrolar dos processos judiciais e a postura da Câmara Municipal de Tuverava serão decisivos para o futuro do caso.

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