Prefeitura havia negado o projeto, mas os vereadores seguem com a pauta; Bruno Silva comenta no ‘De Olho na Política’
Nesta semana, a Câmara Municipal de Ribeirão Preto realizou a votação de quatro vetos do prefeito. Dentre os vetos, um gerou grande discussão entre os vereadores.
Veto Rejeitado: Botão de Alerta em Escolas
O veto ao projeto de autoria do vereador Paulo Modas (União), que propõe a instalação de um botão de alerta de segurança nas escolas, foi rejeitado. O argumento do executivo para o veto era a criação de uma responsabilidade e custos para o poder público. No entanto, o vereador argumentou que se trata de um dispositivo simples que pode salvar vidas, e a Câmara acatou seu argumento, derrubando o veto em meio a preocupações com a segurança escolar após diversos ataques ocorridos no ano passado.
Veto Acolhido com Contrapartida: Incentivo a Artistas
Outro projeto, de autoria da vereadora Didalgo (PT), que trata de uma política de incentivo a artistas ribeirão-pretanos, teve seu veto acolhido. Entretanto, a vereadora negociou com o secretário de Cultura, Pedro Leão, que se comprometeu a apresentar um projeto semelhante. Essa estratégia demonstra a dinâmica política na negociação entre legislativo e executivo.
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Reflexões sobre a Dinâmica Política
A sessão da Câmara expôs a complexa relação entre o legislativo e o executivo. Os vereadores utilizam diferentes estratégias, como a rejeição de vetos, para pressionar o prefeito a atender as demandas da população. A votação dos vetos demonstra a importância do diálogo e da negociação entre os poderes para garantir o melhor para a cidade. O ano eleitoral também influencia as decisões, com vereadores buscando atender às demandas dos eleitores.