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Câmara dos Deputados aprova projeto que proíbe uso de celulares nas escolas

Conforme o texto, que ainda depende de outras votações, uso será proibido tanto nas salas de aula, quanto durante os intervalos
Câmara dos Deputados aprova projeto que
Conforme o texto, que ainda depende de outras votações, uso será proibido tanto nas salas de aula, quanto durante os intervalos

Conforme o texto, que ainda depende de outras votações, uso será proibido tanto nas salas de aula, quanto durante os intervalos

A Câmara dos Deputados analisa um projeto que proíbe o uso de celulares e aparelhos eletrônicos por alunos da educação básica, Câmara dos Deputados aprova projeto que, que abrange desde a educação infantil até o ensino médio, tanto em escolas públicas quanto privadas. A medida inclui a proibição do uso dos dispositivos durante os recreios e intervalos entre as aulas.

Para crianças de até 10 anos, o projeto estabelece a proibição de portar o aparelho na escola, mesmo que desligado, exceto em duas situações: para atividades pedagógicas específicas ou para facilitar acessibilidade, inclusão ou condições médicas dos alunos. A proposta sugere que o uso de eletrônicos nessa faixa etária seja substituído por atividades físicas e de socialização.

Motivações e argumentos: Os parlamentares responsáveis pelo projeto reconhecem que muitos pais consideram o celular um instrumento de segurança para as crianças, mas destacam os possíveis prejuízos causados pelo uso excessivo de eletrônicos. Eles afirmam que a partir dos 11 anos, as crianças apresentam maior capacidade de autorregulação, o que justificaria a flexibilização das restrições para essa faixa etária.

Aspectos adicionais do projeto: O texto aprovado na Comissão de Educação também prevê que as redes de ensino abordem temas relacionados à saúde mental e promovam o treinamento de professores para a identificação de problemas nessa área.

Trâmites e situação atual: O projeto ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça e, se aprovado, seguirá para análise no Senado. A medida ainda não está em vigor.

Informações adicionais

A proposta tem gerado debates, com opiniões divergentes entre educadores e pais, refletindo a complexidade do tema do uso de eletrônicos nas escolas.

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