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Câmara faz reunião pública para debater situação do Aquífero Guarani

Encontro desta quarta tem como foco o uso e ocupação do solo e as formas de proteger os pontos de recarga
Aquífero Guarani
Encontro desta quarta tem como foco o uso e ocupação do solo e as formas de proteger os pontos de recarga

Encontro desta quarta tem como foco o uso e ocupação do solo e as formas de proteger os pontos de recarga

Ribeirão Preto enfrenta um desafio crucial: conciliar o desenvolvimento urbano com a preservação do Aquífero Guarani, a maior reserva de água doce subterrânea do mundo. A área de recarga deste aquífero, localizada na zona leste da cidade, encontra-se ameaçada, exigindo ações urgentes de preservação.

Preservação e Desenvolvimento: Um Equilíbrio Necessário

Vereadores e especialistas em políticas ambientais se unem para discutir estratégias que protejam o Aquífero Guarani sem comprometer o crescimento de Ribeirão Preto. A discussão envolve a implementação de medidas de controle do uso do solo e a conscientização da população sobre a importância da economia de água. Marcelo Pereira de Souza, especialista em políticas ambientais, destaca a necessidade de mudança de hábitos, enfatizando que o desperdício de água é um problema grave que precisa ser enfrentado.

Ações Conjuntas e o Plano Diretor

Prefeitura e Câmara Municipal estão trabalhando em conjunto na elaboração de propostas para a preservação do Aquífero, buscando um consenso que contemple tanto a proteção ambiental quanto o desenvolvimento econômico. O secretário de planejamento e gestão da Prefeitura, Rui Salgado Ribeiro, destaca a importância da discussão em conjunto com a Câmara e a população antes da apresentação do plano diretor em audiência pública. O Ministério Público também participa ativamente das discussões, reforçando a necessidade de ações imediatas para evitar danos ambientais irreversíveis.

Um Futuro Sustentável

A preservação do Aquífero Guarani é fundamental para garantir o abastecimento de água de Ribeirão Preto e das futuras gerações. A exploração desenfreada e o desmatamento reduziram o volume do aquífero em 60 metros nos últimos 50 anos, um dado alarmante que exige uma mudança de postura. A discussão sobre o tema segue em andamento, com a expectativa de que se chegue a um plano de ação que concilie desenvolvimento e sustentabilidade, assegurando a proteção deste recurso natural vital.

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